ORADORES

Eduardo Sá

Eduardo Sá é psicólogo clínico e psicanalista, professor da Universidade de Coimbra e do ISPA, em Lisboa. É autor de artigos e de livros científicos na área da psicanálise e da psicossomática. E de livros de divulgação no âmbito da saúde familiar e da educação parental. Foi colaborador da Antena 1 durante anos e assinou o programa Amor em Tempos de Crise, com Fátima Lopes, na TVI24. Atualmente faz o podcast Porque Sim Não é Resposta com Judite França e Bruno Vieira Amaral, na Rádio Observador, e escreve todos os domingos para o jornal Observador.

César Bona

Conferencista Internacional. Professor. Escritor.

Licenciado em Filologia Inglesa e com Diploma em Ensino de Línguas Estrangeiras pela Universidade de Saragoça.

O seu compromisso com a excelência educativa, a convivência como fundamento das relações humanas e o impacto social levou-me a receber prémios como:

A Medalha de Ouro da Cruz Vermelha de 2025 pela minha defesa de uma educação humanista e da convivência.

Nomeado um dos 50 melhores professores do mundo pelo Global Teacher Prize (2015).

Recebi o Prémio Crearte do Ministério da Cultura em duas ocasiões pela minha promoção da criatividade, entre outros. 

É Diretor do Curso de Aprendizagem Criativa e Inovação no Ensino da Universidade Internacional Menéndez Pelayo. Leciona nos programas de mestrado em "Políticas e Práticas em Inovação Educacional" e "Inteligência Emocional" da Universidade de Málaga, e no programa de mestrado em Inteligência Emocional e Coaching da Universidade Jaume I de Castellón.

É autor de vários livros: Educação Sustentável (2023), Humanizar a Educação (2021), A Emoção de Aprender (2018), A Nova Educação (2015) e Escolas que Mudam o Mundo (2016), obras que são hoje utilizadas como referência em várias universidades. Além disso, escreveu livros infantis, incluindo uma adaptação de Dom Quixote (2017), O Incrível Mundo de Bernardo (2018) e Direitos e Responsabilidades da Criança (2019).

A escuta, a empatia, a criatividade, a participação social e a educação para a convivência são os pilares que defende. Considera o compromisso social e o compromisso com a natureza essenciais como parte de uma formação humana completa.

Uma vez, uma menina perguntou-me: “O que é mais importante para ti: a inteligência ou a bondade?” Ao que respondi: “Quando foi que tiveste que escolher entre essas duas opções e optar por uma em detrimento da outra?”

Em “A Arte de Ser Humano na Era da IA”, César Bona explora como manter vivos os valores e capacidades que nos definem — empatia, criatividade, escuta, bondade, cooperação, sentido de admiração e perseverança — num mundo onde a Inteligência Artificial parece prestes a criar novas realidades. A apresentação incentiva-nos a encontrar um equilíbrio entre a formação tecnológica e o cultivo de capacidades humanas, demonstrando que a inovação deve aprimorar nossa essência, e não substituí-la. É um chamado inspirador para educar para o presente e o futuro, sem perder de vista o que realmente nos torna humanos.

Pedro Chagas Freitas

Pedro Chagas Freitas, nascido em Guimarães em 1979, é escritor, jornalista, formador em escrita criativa e orador. Autor de mais de quarenta livros e criador dos jogos de escrita A Fábrica da Escrita e Supergénio, é um dos escritores mais lidos e acarinhados pelos portugueses. Bestseller em Portugal e em países como Itália, Brasil e México, soma mais de um milhão de exemplares vendidos em todo o mundo. Além da escrita, leva aos palcos a sua stand-up tragedy “O Caça Alfaces”, espetáculo com o qual tem percorrido o país. Já fez rir, pensar e transformar muitos milhares de pessoas em palcos icónicos como a MEO Arena, o Campo Pequeno, a Aula Magna de Lisboa, o Teatro das Figuras ou o Pavilhão Multiusos de Guimarães. Entre as suas obras mais marcantes destacam-se Prometo Falhar, A Raridade das Coisas Banais e O Hospital de Alfaces — o maior fenómeno literário em Portugal dos últimos anos.

Uma palestra que não é bem uma palestra.
Um stand-up que não é bem uma comédia.
Um manual de sobrevivência de lágrimas com ironia.
OS CAÇA-ALFACES não é sobre o triunfo que enche todas as palestras de autoajuda.
É sobre não morrer enquanto tropeças.
É sobre olhar para a tua própria desgraça e ter vontade de rir.
É um espetáculo para quem caiu muitas vezes e ainda sente a terra na boca.
Para quem está cansado de palestras motivacionais com sorrisos fluorescentes.
OS CAÇA-ALFACES não é um convite ao sucesso; é um brinde aos sobreviventes.

Nélio Spréa

Nélio Spréa é arte-educador, pesquisador da infância, mestre e doutor em Educação pela Universidade Federal do Paraná. Fundou e dirige a Parabolé, instituição onde, há 18 anos, dedica-se ao desenvolvimento de ações culturais e projetos artísticos destinados a crianças e adolescentes. Foi professor em escolas de educação infantil e ensino fundamental durante 14 anos. É autor de livros, álbuns musicais e filmes para crianças e atua como palestrante nos programas de formação pedagógica de redes municipais de ensino em diferentes regiões do Brasil. Produziu e dirigiu filmes infantis, dos quais se destacam o documentário "Brincantes" (2010), o curta-metragem "O Fim do Recreio" (2012), o curta-metragem "A Escola de Ensino Fenomenal" (2014 e 2024) e a série documental AUÊ (2016 – 2023).

Com uma abordagem interativa e poética, o arte-educador Nélio Spréa apresenta uma fundamentação sobre o fenômeno do brincar e lança luz sobre os processos criativos que resultam do engajamento da criança e que a fazem produzir conhecimento. A partir de exemplos práticos vivenciados junto à plateia ou observados em vídeo, o palestrante descortina a fluidez criativa da experiência lúdica e revela sua condição de instrumento privilegiado na descoberta cultural, na socialização e no acesso às aprendizagens.

Neste divertido encontro, Nélio Spréa destaca o potencial pedagógico de parlendas, quadrinhas populares, trava línguas, adivinhas, brincadeiras cantadas, contos e cantigas acumulativas. Compreendendo-os como formas literárias de tradição oral, o arte-educador analisa seus aspectos métricos, o papel da rima, as figuras de linguagem, a corporalidade e afetividade envolvidas, e demonstra como a prática destes textos pode favorecer a alfabetização e o letramento.

David Rodrigues

Professor de Educação Especial, obteve o doutoramento na Universidade de Lisboa. Lecionou em universidades portuguesas e estrangeiras (Bélgica, Brasil e China) e cessou a sua carreira docente em 2015 como Professor Catedrático. Trabalhou em projetos internacionais para a UNESCO, UNICEF e Humanité & Inclusion sobre temáticas de Direitos Humanos e Inclusão Social e Educativa. É conferencista convidado em países da Europa, África, Ásia, América do Norte e do Sul. Publicou 32 livros e dezenas de artigos em revistas da especialidade. É fundador da ONG Pró-Inclusão, foi seu Presidente (2008-2020) e é diretor da Revista “Educação Inclusiva”. Recebeu em 2017 o “Prémio de Excelência de Liderança Internacional” pelo Council for Exceptional Children – DISES (EUA), em 2020 foi galardoado com a Medalha de Ouro dos Direitos Humanos pela Assembleia da República e em 2023 foi condecorado pelo Presidente da República como Grande Oficial da Ordem da Instrução Pública. É membro, desde 2015, do Conselho Nacional de Educação.

A presente complexidade do mundo coloca em discussão não só o papel e os objetivos da Educação mas também os conceitos de diversidade e de equidade. A complexidade das Sociedades manifesta-se também na escola e perguntamo-nos como podemos desenvolver nas escolas ambientes em que possamos viver juntos (respeitando a diversidade) e viver justos (respeitando a equidade). Alimentar o valor da Inclusão na escola significa promover conhecimento, respeito e cooperação sabendo que "todos os alunos importam e importam o mesmo". Nesta conferência vamos abordar caminhos (alavancas) andados e para andar para que a escola se construa como um lugar significativo de encontro e justiça.

Nuno Pinto Martins

Pai de um menino e de uma menina, Nuno Pinto Martins é formado em Direito e foi advogado e jornalista. Em 2015 decidiu mudar de vida e tornou-se formador certificado em Disciplina Positiva, em Inteligência Emocional e no método Kid Coaching. Em 2017 fundou a Academia Educar pela Positiva e é autor dos livros "Educar pela Positiva: um guia para pais e educadores" e "O Comboio das Emoções". É também Kids coach, apoiando as famílias na mais maravilhosa e desafiante das missões: Educar. Sempre pela Positiva!

O meu antes e depois da Educação Positiva: como o meu maior fracasso se tornou na minha missão de vida. E partilhar 5 lições que aprendi na parentalidade, e as respetivas "ferramentas" para uma educação mais positiva!

Catarina Fonseca

Sou a Catarina Fonseca, Educadora de Infância, formada em 2013 pela Escola Superior de Educação de Lisboa. Desde cedo me apaixonei pela arte de descobrir o mundo com as crianças — através das artes, da aprendizagem pela ação e, muito especialmente, da literatura.

O amor pelos livros sempre me acompanhou, dentro e fora da sala, e acabou por ganhar nova forma: em 2022 tornei-me também contadora de histórias, dando voz às palavras e transformando-as em momentos especiais. Acredito que “a literatura é um mundo de possibilidades infinitas”, e que cada livro é uma porta para o espanto, a ternura e o conhecimento. Nas histórias encontro a forma mais bonita de aprender e ensinar — com o coração, a voz e o corpo. Ao longo dos anos, tenho assim explorado o papel do livro como ferramenta de desenvolvimento e expressão artística, unindo a literatura às artes em geral.

E foi assim que surgiu, em 2023, um projeto de Histórias C(a)ntadas & Música em Família, juntamente com o músico e professor de música, Tiago Oliveira. Este mesmo projeto, começou a ganhar forma no final de 2024 e acabou por se afirmar em 2025, com o nome “cantar(a)ler”. Nestes encontros entre crianças e suas famílias, aliamos o poder mágico das histórias à beleza da música, criando momentos de alegria, partilha e oportunidades de aprendizagem para todos. Acima de tudo, pretendemos encantar, emocionar e criar laços através da música e das histórias.

Acredito que a infância é o tempo em que tudo começa — onde cada gesto é descoberta, cada som é espanto e cada dia é um convite a sonhar. É nesse território de maravilha que aprendo, todos os dias, que educar é também crescer, e que é na simplicidade dos olhares curiosos das crianças que o mundo se revela mais bonito.

Os livros são mais do que histórias — são instrumentos de aprendizagem, emoção e criatividade. Neste encontro, exploraremos o papel da literatura infantil como motor de desenvolvimento integral, refletindo sobre o impacto que a leitura tem na linguagem, na imaginação e na construção da identidade das crianças.

Na primeira parte, de caráter mais reflexivo, serão abordados os principais benefícios da leitura na infância e o papel do educador como mediador, capaz de transformar o momento da história num espaço de descoberta e partilha.

Na segunda parte, prática e participativa, os participantes serão convidados a viver uma experiência sensorial e artística: uma história cantada que unirá palavra, corpo e som. Um momento para sentir o livro de outra forma — não apenas com os olhos, mas também com a voz, o ritmo e a emoção.

Alexandra Nogueira

Alexandra Haran Nogueira, professora, autora e criadora de conteúdos. Tirou o Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º CEB. Desde 2018 que leciona em escolas do 1.º CEB estando atualmente na Leiria International School. Tem certificação em Teacher Classroom Management e formação no Método de Singapura, Abordagem Reggio Emilia e Montessori. Desde 2020 que é autora de livros de apoio escolar e criadora de conteúdos na página @‌priciclo.classroom, utilizando esta plataforma para refletir sobre educação. É também produtora e programadora de atividades artísticas para o público infanto-juvenil no Festival A Porta e presidente do Coro Ninfas do Lis.

Entra na nossa sala de aula... E vê as coisas por outro ângulo. Numa experiência que nos permitirá refletir e repensar sobre as nossas práticas diárias.

Ana Cristina Câmara

Ana Cristina Câmara é licenciada em Geografia e Planeamento Regional pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, possuindo formação pedagógica especializada e certificação como formadora na área da Didática da Geografia. É ainda pós-graduada em Ciências da Educação, com especialização em Investigação e Intervenção Educativa, e doutoranda em Geografia e Planeamento Territorial.

Professora de Geografia nos ensinos básico e secundário desde 1995, tem desenvolvido uma carreira sólida marcada pela docência, inovação pedagógica e formação de professores. Foi assistente convidada na NOVA FCSH, onde lecionou Didática e Metodologias do Ensino da Geografia no mestrado em ensino, tendo também desempenhado funções como orientadora de estágio, supervisora de relatórios de prática de ensino e membro de júris de mestrado.

Ao nível da liderança científica e institucional, é Presidente da Associação de Professores de Geografia, após vários anos como Vice-Presidente, e tem desempenhado um papel relevante na definição de estratégias para o ensino da disciplina em Portugal. Integra organismos e redes nacionais e internacionais, sendo membro do Conselho Nacional de Educação, Presidente do Conselho Científico do EduQA e tendo pertencido ao Conselho Científico do IAVE.

Destaca-se ainda pelo seu contributo na construção e desenvolvimento do currículo de Geografia em Portugal, através da coordenação, autoria e coautoria de documentos estruturantes, em colaboração com a Direção-Geral da Educação. É autora de manuais escolares, materiais didáticos, artigos científicos e capítulos de livros, mantendo uma participação ativa na organização de encontros e congressos nacionais e internacionais na área da educação geográfica.

Ana Maria Soromenho

Natural de Sesimbra, é mestre em pedagogia e conta com cerca de vinte anos de experiência na área da educação. Desde cedo encontrou na arte de ensinar um caminho de aprofundamento do autoconhecimento e do desenvolvimento humano, interpretando o contacto com as crianças como uma forma profunda de amar e educar.

Com experiência em diferentes abordagens pedagógicas — como Pedagogia Waldorf, Escola da Floresta e Pedagogia de Projeto — identifica-se com uma visão holística e integradora, centrada no respeito pela individualidade da criança. O seu percurso inclui contextos de escola tradicional, a criação de um jardim de infância na selva, na Tailândia, comunidades de aprendizagem em Portugal e a tutoria de projetos educativos.

Nos últimos anos tem aprofundado práticas terapêuticas como yoga e meditação, dedicando-se à promoção da autoconsciência e da autorregulação emocional na infância, trabalhando semanalmente com centenas de crianças.

Este workshop centra-se na educação emocional na infância, destacando a importância do reconhecimento, compreensão e expressão saudável das emoções desde os primeiros anos de vida. Serão abordados os fundamentos do desenvolvimento emocional, o papel do adulto enquanto mediador emocional e os desafios mais comuns em contexto educativo. Com uma abordagem prática e reflexiva, o workshop apresenta estratégias, atividades e ferramentas que promovem a literacia emocional, a autorregulação, a empatia e as competências sociais. Pretende-se apoiar os profissionais de educação na criação de ambientes seguros e afetivos, que favoreçam o bem-estar emocional e o desenvolvimento integral da criança.

Ana Pintor

Educadora de Infância e Coordenadora Pedagógica (12 anos de experiência) - inspiração em Reggio Emilia.

Formação em Educação de Infância e 1.º CEB

Formação em Pedagogia da luz e Reggio como pedagogia das relações.

Formação complementar de Reggio Emilia: Materiais de fim aberto.

Formação complementar em Arte contemporânea.

Como espaço de relações entendemos as relações com o ambiente educativo (materiais e organização da sala), mas também as relações humanas, fundamentais para o desenvolvimento da criança.

Ana Sofia Pereira

Ana Sofia Pereira, professora do Ensino Básico e do Ensino Superior, é licenciada em Matemática e Ciências da Computação, com curso de Mestrado em Matemática para o Ensino, pela Universidade de Évora, Doutoranda em Educação, integra a comunidade de investigação de Aprendizagem e Inovação do CeiED da Universidade Lusófona. A sua área principal de estudo é a Educação Matemática, com particular interesse na Diferenciação Pedagógica e na criação de ambientes de aprendizagem que respeitem a diversidade de ritmos, interesses, percursos e contextos dos alunos. É especialista em Educação Especial e Educação Inclusiva. Desde 2008, tem-se dedicado ao ensino da Matemática, com foco em metodologias ativas, inovadoras e inclusivas. E foi, nos últimos 5 anos, Coordenadora de Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva (EMAEI). Com formação em Supervisão Pedagógica na Avaliação do Desempenho Docente e em Coaching Educativo e Sucesso Escolar, é autora do projeto @‌matematicacoach que procura valorizar a aprendizagem e promover o espírito crítico e resiliência relativamente à Matemática; e coautora do projeto @‌ed.minds que ambiciona promover uma educação inclusiva, empática e humanizada.

Oradores:

João Baracho - CDI
Luís Brito - BGA
Ana Sofia Pereira - Moderadora
Maria Azevedo - Co-CEO da Teach For Portugal

Andre Bello

Professor no Centro de Referência em Inteligência Estratégica (COPPE-UFRJ) e especialista em design thinking com 25 anos de experiência. Cofundador do Singularity University Brazil Summit, foi responsável por eventos TEDxRio e é autor de livros sobre inovação. Co-founder The Long Game.

Fundação Santander: Imaginar futuros para agir no presente

Como será aprender em 2050? E que papel terão os professores nesse futuro?

Neste workshop, os participantes são convidados a explorar quatro cenários para o futuro da educação em Portugal, desenvolvidos no âmbito do projeto Horizontes da Educação. Através de uma abordagem dinâmica e interativa, a sessão estimula a reflexão sobre como as transformações tecnológicas, sociais e culturais podem impactar a escola e o processo de aprendizagem.

Mais do que antecipar o futuro, o objetivo é ajudar os professores a pensar de forma crítica e estratégica sobre o presente, identificando sinais de mudança, desafios emergentes e possibilidades de ação. A sessão inclui exemplos práticos e ferramentas simples que podem ser levadas para a sala de aula, promovendo a imaginação crítica e o pensamento sistémico nos alunos.

Anna Pires

Anna Pires é professora de inglês, formadora de professores e autora de materiais didáticos com quase 30 anos de experiência. É formadora de professores da APPI e da Pilgrims e autora da Porto Editora, tendo desenvolvido livros didáticos e recursos digitais para Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde e Timor-Leste.

Ela é co-fundadora e co-coordenadora do APPI Mindful EFL SIG, onde ministra webinars e sessões online, além de desenvolver projetos sobre mindfulness, aprendizagem socioemocional e bem-estar para professores e alunos.

As suas paixões profissionais incluem abordagens humanistas e centradas no aluno, mindfulness na educação, multimodalidade e o uso criativo de músicas e videoclipes no ensino de inglês como língua estrangeira. Ela também integra a consciência intercultural no seu trabalho, inspirando-se nas culturas lusófonas e na sua própria origem luso-canadiana.

Português
Nesta sessão, exploramos a música como “terceira língua” na sala de aula, um código humano partilhado que vai para além das palavras e atravessa culturas. A partir de uma canção e de um videoclipe português, os participantes irão refletir sobre como a música pode ajudar os alunos a contar as suas próprias histórias, a reconhecer a diversidade e a identificar aquilo que nos une enquanto seres humanos. O workshop mostra como a música pode ser usada de forma transversal às disciplinas para criar projetos criativos, ligando a aprendizagem de línguas à identidade, à cidadania e à consciência emocional.

Os participantes irão explorar propostas práticas para a sala de aula e refletir sobre como a música pode abrir espaço para conversas difíceis sobre pertença, diferença e empatia. A sessão convida os professores a olhar para a música não como um extra, mas como um texto multimodal poderoso que promove inclusão, voz e ligação no quotidiano da sala de aula.

English
In this session, we will explore music as a “third language” in the classroom, a shared human code that goes beyond words and across cultures. Through a Portuguese song and music video, participants will reflect on how music can help learners tell their own stories, recognise diversity, and notice what unites us as human beings. The workshop shows how music can be used across subjects to create meaningful, creative projects that connect language learning with identity, citizenship, and emotional awareness.

Participants will experience practical classroom ideas and reflect on how music can open up space for difficult conversations around belonging, difference, and empathy. The session invites teachers to see music not as an add-on, but as a powerful multimodal text that supports inclusion, voice, and connection in everyday classroom practice.

António Sampaio da Nóvoa

António Nóvoa é Professor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Doutor em Ciências da Educação pela Universidade de Genebra (1986). Doutor em História pela Universidade Sorbonne (2006). Reitor da Universidade de Lisboa (2006-2013). Doutor Honoris Causa pelas Universidades do Algarve, Lusófona, Brasília, Rio de Janeiro, Santa Maria e São Paulo. Embaixador de Portugal na UNESCO (2018-2022).

Beatriz Vasconcelos

Beatriz Vasconcelos Freitas nasceu no Porto. No caminho da maternidade, felizes acasos aproximaram Beatriz Vasconcelos Freitas do método Montessori, que fizeram crescer em si um ativismo diligente pela causa das crianças. Formada pela Association Montessori Internationale (AMI) e pela Montessori Sports, é sua missão inspirar pais, educadores e famílias para um novo e renovado olhar para a criança. Presidente da Sociedade Portuguesa de Educação Montessori e autora do livro "Método Montessori Educar na Liberdade". Fascinada pelas maravilhas do Universo, pela música e pela escrita, Beatriz tem como certeza que educar para a vida, com base no respeito e na individualidade de cada um, trará um futuro melhor para toda a humanidade.

O método Montessori é muito mais do que uma abordagem pedagógica: é uma ciência da liberdade que reconhece o potencial único de cada criança e adolescente. Este workshop convida educadores e professores a explorar como os princípios do Método Montessori podem transformar a prática educativa em qualquer faixa etária.

Através de exemplos concretos e estratégias aplicáveis, vamos compreender como o ambiente preparado, a liberdade com responsabilidade e a confiança nas capacidades da criança se traduzem em aprendizagens mais profundas e significativas.

Uma jornada de reflexão, prática e inspiração para quem acredita que educar é ajudar cada ser humano a tornar-se a melhor versão de si próprio.

Bruno Leite

Licenciado em Educação de Infância pela Escola Superior de Educação de Lisboa.

Formador creditado pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC) em Didáticas em Educação de Infância.

Professor Assistente da ESECS Politécnico de Leiria.

Co-fundador e vice-presidente da Associação Onda Promissora.

Coordenador do centro de formação e do projeto Gera Educação, dedicado à formação profissional na área da educação, com especial ênfase na educação de infância e 1º ciclo.

Autor do Livro “De mão dadas”

Palestrante e consultor pedagógico.

A passagem da Educação Pré-Escolar para o 1.º CEB é um momento decisivo no percurso das crianças, com mudanças que podem gerar ruturas ou, pelo contrário, reforçar a continuidade das aprendizagens e do seu desenvolvimento.
Neste workshop desafiamos a uma reflexão sobre como transformar esta transição numa continuidade progressiva, natural e acolhedora, através de:

  • Principais desafios da transição no contexto educativo português;

  • Continuidade curricular e pedagógica entre as duas etapas educativas;

  • Estratégias práticas de articulação entre educadores e professores do 1.º ano do 1.º CEB;

  • Ênfase na dimensão socioemocional e na autonomia da criança;

  • Exemplos concretos de boas práticas.

Carla Cardoso

No início dos anos 2000 através da Partnership for 21st Century Skills (P21) começou a ganhar forma a ideia de mudança para um paradigma curricular integrador, com foco no desenvolvimento de áreas de competências consideradas essenciais para o futuro dos estudantes. É neste contexto que surgem os chamados “4 Cs da educação - competências do século XXI”, um conjunto de competências consideradas fundamentais para preparar alunos para a vida pessoal, académica e profissional num mundo complexo, global e tecnológico. O objetivo da P21 era promover um modelo educativo que fosse além do ensino tradicional e focasse competências como criatividade, pensamento crítico, comunicação e colaboração, consideradas essenciais para os cidadãos do futuro. Em Portugal, esta ideia consubstanciou-se quando da elaboração do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (2016)

Este workshop permite experimentar na prática estas competências, não só falar sobre elas. Uma equipa de formadoras (para cada “C” uma preletora) explicitam os conceitos em presença, a sua pertinência educativa e desafiam os participantes a experienciar algumas dimensões destas competências.

Carla Maia - UBBU

Carla Maia é professora do 1.º Ciclo, formadora acreditada e mestre em Educação – Tecnologias Educativas. Finalista do Global Teacher Prize, dedica-se à criação de experiências de aprendizagem ativa onde a literatura, a tecnologia e a interdisciplinaridade se cruzam para promover a autonomia e o pensamento crítico dos alunos. Inspirada no modelo Explore First, desenvolve práticas centradas no aluno, com impacto na inovação pedagógica em contexto escolar.

Este workshop tem como objetivo apresentar o pensamento computacional enquanto competência fundamental para o desenvolvimento do raciocínio lógico, da resolução estruturada de problemas e da criatividade em contextos educativos.

Durante a sessão será apresentada a plataforma ubbu, uma ferramenta pedagógica que apoia a introdução aos conceitos de programação e de ciência da computação de forma acessível e motivadora para os alunos.

Para além do enquadramento conceptual e da apresentação da plataforma, serão dinamizadas atividades práticas, que permitirão aos participantes experienciar algumas atividades utilizadas para trabalhar o pensamento computacional em sala de aula.

Este este workshop tem como objetivo sensibilizar para as práticas de cibersegurança para uma utilização segura e responsável das tecnologias digitais.

Durante a sessão será apresentado o currículo de cibersegurança da plataforma ubbu, uma ferramenta pedagógica que apoia a introdução aos conceitos de programação e de ciência da computação de forma acessível e motivadora para os alunos.

Serão dinamizadas atividades práticas, que permitirão aos participantes experienciar algumas dinâmicas que poderão mais tarde dinamizar com as suas turmas.

Carla Pereira

Carla Sofia Prata Ramos Pereira [1975], Doutorada em Educação, na área da Formação de Professores, tema – Educação Artística, pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, tendo defendido a tese intitulada “A Emergência [e Urgência] da Criatividade na Adaptação à Sociedade Contemporânea: Um Caminho Através da Formação de Professores e Alunos”[2020].

Mestrada em Educação Artística: Especialização em Artes plásticas na Educação, pela Escola Superior de Educação de Lisboa [2013] e licenciada em ensino - Professores do Ensino Básico – Variante Educação Visual e Tecnológica [1997], pela Escola Superior de Educação de Castelo Branco.

Formadora, pelo Conselho Científico-pedagógico da Formação Contínua, desde 2014, para as áreas das Didáticas Específicas (Educação Artística – Artes Visuais) e dos Materiais e Técnicas de Expressão Plástica, desenvolve, desde então, ações de formação na área da Criatividade: Técnicas de pensamento criativo e resolução de problemas.

É consultora do Centro de Formação de Professores da Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica.

Docente de Educação Visual, Educação Tecnológica e Educação Artística no 2º ciclo do ensino básico, desde 1997, onde desempenhou diferentes cargos de gestão e outros de caráter pedagógico, iniciou funções como professora de ensino superior, em 2022, na Escola Superior de Educação de Viseu, encontrando-se atualmente a lecionar na Escola Superior de Educação de Lisboa, como Professora Adjunta Convidada, na área da Educação Artística e Formação de Professores.

Para além das atividades de docência e formação, desenvolve workshops de Criatividade e agilização do pensamento criativo, participa em eventos de carater científico e integra os Órgão Sociais da Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica.

No início dos anos 2000 através da Partnership for 21st Century Skills (P21) começou a ganhar forma a ideia de mudança para um paradigma curricular integrador, com foco no desenvolvimento de áreas de competências consideradas essenciais para o futuro dos estudantes. É neste contexto que surgem os chamados “4 Cs da educação - competências do século XXI”, um conjunto de competências consideradas fundamentais para preparar alunos para a vida pessoal, académica e profissional num mundo complexo, global e tecnológico. O objetivo da P21 era promover um modelo educativo que fosse além do ensino tradicional e focasse competências como criatividade, pensamento crítico, comunicação e colaboração, consideradas essenciais para os cidadãos do futuro. Em Portugal, esta ideia consubstanciou-se quando da elaboração do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (2016)

Este workshop permite experimentar na prática estas competências, não só falar sobre elas. Uma equipa de formadoras (para cada “C” uma preletora) explicitam os conceitos em presença, a sua pertinência educativa e desafiam os participantes a experienciar algumas dimensões destas competências.

Catarina Alves

Licenciada em Terapia Ocupacional pela Escola Superior de Saúde do Alcoitão (2008), é Mestre em Neuropsicologia pela Universidade Católica Portuguesa (2018), com Pós-graduações em Neurodesenvolvimento e Integração Sensorial. Possui especialização em Integração Sensorial pela University of Southern California (USC/WPS) e formação avançada em áreas como desenvolvimento infantil, neurodesenvolvimento e avaliação do movimento. É Educadora Clínica de Estágios na Escola Superior de Saúde do Alcoitão desde 2010 e no Instituto Politécnico de Beja desde 2022. Desde 2021, é Presidente do Grupo de Interesse em Pediatria da Associação Portuguesa de Terapeutas Ocupacionais (APTO). Atualmente exerce funções como Terapeuta Ocupacional no Centro de Desenvolvimento da Criança do Hospital Garcia de Orta.

Este workshop aborda as perturbações do desenvolvimento neuro-motor na infância, com enfoque específico nos contextos de creche e pré-escolar. Serão explorados os principais sinais de alerta, os desafios que estas perturbações colocam ao desenvolvimento global da criança e ao quotidiano educativo, bem como o impacto nas aprendizagens, na autonomia e na interação social. A sessão propõe ainda estratégias práticas de identificação precoce, adaptação do ambiente educativo e intervenção pedagógica, promovendo uma abordagem inclusiva e colaborativa entre educadores, famílias e técnicos especializados, com vista a potenciar o desenvolvimento e o bem-estar da criança.

Catarina Ferreira, Cláudia Gil, Mónica Romão

Fundada e é dirigida pelas psicomotricistas Cláudia, Mónica e Catarina, licenciadas em Reabilitação Psicomotora e especialistas em desenvolvimento infantil, em atividade desde 2015, a Terra das Crianças nasceu com o objetivo de proporcionar serviços de psicomotricidade a todas as crianças, incluindo aquelas provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis ou com necessidades específicas de desenvolvimento. Atua na zona da Grande Lisboa, colaborando com cerca de 100 escolas, entre estabelecimentos privados e IPSS, nas valências de berçário, creche e jardim de infância, em contextos educativo-preventivos e terapêuticos. Desenvolve ainda ações de formação e workshops para escolas e outras entidades, participando regularmente em eventos científicos e formativos na área do desenvolvimento infantil. Com o lema “A Psicomotricidade é para todas as crianças.

Este workshop centra-se na motricidade infantil como dimensão fundamental do desenvolvimento global da criança na educação de infância. Serão explorados os principais marcos do desenvolvimento motor, a sua relação com as aprendizagens cognitivas, emocionais e sociais, bem como os desafios mais frequentes em contexto educativo. Com uma abordagem prática e aplicada, o workshop apresenta estratégias, atividades e organização de espaços que promovem o desenvolvimento das competências motoras grossas e finas, respeitando os ritmos individuais das crianças. Pretende-se capacitar os profissionais de educação para a criação de experiências motoras significativas, seguras e inclusivas, integradas no quotidiano da creche e do pré-escolar.

Cátia Sacadura

Psicomotricista, formada na Faculdade de Motricidade Humana, sempre teve um largo gosto pela área da aprendizagem. Por esse motivo, rumou à Universidade do Minho, onde fez o Mestrado em Educação Especial - no domínio Congnitivo-Motor. Desde o início da sua carreira, sempre trabalhou com crianças e jovens com barreiras à aprendizagem da leitura e da escrita, com as suas escolas e famílias. Com experiência e grande gosto pela área da Inclusão trabalha diretamente na formação de professores e técnicos que querem promover uma cultura de escola inclusiva. É atualmente doutoranda de Educação Inclusiva, na Universidade de Lisboa

Daniel Sampaio

Médico Psiquiatra e Escritor.

Professor Catedrático Jubilado de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

Fundador da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar.

Autor de dezenas de livros sobre a adolescência, a família e a escola.

Co - Autor do Podcast “O nosso olhar para ti”, na Rádio Comercial.

Nesta intervenção reflete-se sobre os problemas da adolescência atual e das famílias de hoje, para depois se centrar nas mudanças necessárias, que passam sobre alterações radicais na sala de aula e numa diferente aproximação entre pais e filhos.

Dr. Fernando Alexandre Ministro da Educação, Ciência e Inovação

Fernando Alexandre nasceu em 1972.
É Ministro da Educação, Ciência e Inovação do XXIV Governo Constitucional.
Doutorado em Economia pelo Birkbeck College, University of London, foi, antes de assumir funções governativas, Professor Associado com Agregação na Universidade do Minho, na qual foi Pró-Reitor, Diretor da Escola de Economia e Gestão e Diretor do Departamento de Economia.
Em 2023, coordenou a avaliação económica e financeira do novo aeroporto de Lisboa.
Entre 2013 e 2015, foi Secretário de Estado no Governo português. Também desempenhou funções como Vice-Presidente do Conselho Económico e Social.
Os seus interesses de investigação incluem a macroeconomia, os mercados financeiros e o desenvolvimento da economia portuguesa. É autor ou coautor de oito livros, vários capítulos de livros e artigos publicados em revistas como Labour Economics, Small Business Economics, Journal of Technology Transfer, Regional Studies, The World Economy, Open Economies Review, Economics Letters, CESifo Economic Studies ou Higher Education.
Tem atuado como consultor para instituições públicas e privadas, incluindo a Comissão Europeia e o Governo português. Em 2022, recebeu o Prémio de Mérito Científico da Universidade do Minho.

Eliana Núñez

Eliana Nuñez, Membro da equipa fundadora e coordenadora da EPA | Membro da Equipa de Execução do Projeto PPAS Mestre em Arquitectura pela Universidade do Porto. Desde 2010 tem trabalhado no desenvolvimento de Programas Educativos através da Arquitectura para crianças e jovens em diferentes entidades culturais, escolas e espaços urbanos na Colômbia, Malásia, Inglaterra e Portugal. É membro da equipa fundadora e coordenadora da rede portuguesa “Educação pela Arquitectura”, coautora do Programa Educativo Paisagem e Arquitetura Sustentáveis.

Como podemos falar de uma nova educação sem pensar nos espaços onde ela acontece? Esta conversa propõe uma reflexão sobre o papel da arquitetura na educação contemporânea, partindo da ideia de que o espaço influencia comportamentos, relações, formas de aprender e de estar. A partir do diálogo entre práticas arquitetónicas, educativas e institucionais, discute-se como o desenho do espaço escolar pode promover a autonomia, a curiosidade, a participação e o bem-estar. Um convite a professores e educadores para olharem o espaço como uma ferramenta pedagógica ativa e um aliado no ato de ensinar.

Elisabete Barros

Docente e investigadora na área das Ciências da Educação, tem procurado, ao longo do seu percurso profissional, pensar e experimentar novas formas de aprender e ensinar. Gosta de juntar pessoas, ideias e tecnologias com sentido e propósito, acreditando que a aprendizagem acontece quando há espaço para a curiosidade, a colaboração e o equilíbrio entre o humano, o digital e o natural. Na Universidade Portucalense, leciona e investiga temas ligados à tecnologia educativa, à comunicação e à inovação, explorando o desenvolvimento de competências humanas e digitais para o século XXI.

Entre plataformas, ferramentas e tendências, corre-se o risco de perder o essencial: o SENTIDO DA APRENDIZAGEM. Neste workshop, propõe-se uma pausa reflexiva para repensar práticas educativas à luz da intencionalidade pedagógica, da relação humana e do uso consciente do digital.

Escola da Floresta

A Associação Escola da Floresta – Forest School Portugal nasceu em 2017, com a intenção de estimular e nutrir a abordagem e movimento Forest School no país. Somos uma associação sem fins lucrativos, que tem como principais objetivos formar profissionais qualificados em Forest School, disponibilizar formações complementares que possam contribuir para o enriquecimento curricular, realizar encontros em rede e divulgar e apoiar projetos neste âmbito.

Flora di Martino
Arquiteta, coordenadora da Comunidade de aprendizagem Serágua em Vila do Conde , lidera sessões de Forest School na Reserva de Mindelo com crianças até os 7 anos. Faça chuva faça sol

Sónia Nobre
Educadora de Infância e Coordenadora do projeto Into The Wild, My Child, que promove o vínculo entre crianças e famílias com a natureza. Defensora de uma Educação Consciente e de abordagens neurocompatíveis.

Margarida Pedrosa
Engenheira do Ambiente, Líder de Forest School e co-fundadora da Associação da Escola da Floresta.
É formadora do Curso internacional de Forest School Leader e acompanha crianças dos 3 aos 10 anos em incursões diárias à Floresta!
É membro da direção da Associação Escola da Floresta.

Magda Barros Couto
Biotecnologa, Coordenadora da Academia da Alegria em Mafra, Líder de Forest School e Co-fundadora da Associação Escola da Floresta sendo a Presidente do Conselho Fiscal.
É docente da Pós-Graduação em “Ensino ao ar Livre “ e acompanha regularmente crianças dos 5 aos 12 anos à Floresta.

Débora Tavares
Bióloga, Líder Forest School e coordenadora do Asas - crescer na floresta em Lisboa.

Joana Neves
Enfermeira, coordenadora do projecto Bosque dos Pirilampos Foz de Sousa e lider de Escola da Floresta.

Vem explorar o fascinante mundo da Forest School neste workshop dinâmico. Através de atividades interativas e experiências práticas, vamos recriar o ambiente de uma sessão na floresta, proporcionando aos participantes uma verdadeira lufada de ar fresco para a prática pedagógica! Prepare-te para uma abordagem inovadora e divertida de aprendizagem, que coloca a natureza como aliada do desenvolvimento infantil.

Vem explorar o fascinante mundo da Forest School neste workshop dinâmico. Através de atividades interativas e experiências práticas, vamos recriar o ambiente de uma sessão na floresta, proporcionando aos participantes uma verdadeira lufada de ar fresco para a prática pedagógica! Prepare-te para uma abordagem inovadora e divertida de aprendizagem, que coloca a natureza como aliada do desenvolvimento infantil.

Fernanda Ledesma

Docente do Grupo de Informática.

Pós-Graduada em Supervisão Pedagógica e Avaliação de Docentes, Universidade Católica Portuguesa. Mestra em Gestão de Sistemas de E-learning, pela Universidade Nova de Lisboa e em Gestão e Administração de Escolas, Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal.

A Doutoranda em Ciências da Educação, na Universidade de Évora. A desenvolver a tese com o tema “Que currículo para as ciências da computação no ensino básico, no contexto educativo português?”

Atualmente é Presidente da Direção da Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI) e Diretora do Centro de Formação de Professores (CFANPRI).

Membro do Conselho Científico do EDUQA.

Membro do Conselho de Acompanhamento do Centro Internet Segura.

Co-autora de manuais escolares da disciplina de TIC, na Editora ASA do Grupo Leya.

Tem vários artigos publicados, realiza comunicações frequentemente e faz parte da comissão organizadora de diversos eventos na área da informática, tecnologia e formação de professores.

Partindo do referencial "Inteligência Artificial na Escola Portuguesa" (ANPRI), esta sessão propõe uma reflexão sobre o papel do professor enquanto mediador humano essencial, na navegação crítica do ecossistema educativo digital e na preparação dos alunos para que saibam pensar com a IA, e não apenas através dela.

Fernando Lima

Professor licenciado em História, Pós-Graduado em Orientação Pedagógica, Mestre em Ativação do Desenvolvimento Psicológico, Doutorado em Ciências da Educação e Pós-doutorado em Ciências da Educação, bem como especialização em diversos temas, como Avaliação do Desempenho Docente. Professor do Ensino Básico e Secundário, do quadro de escola desde 1980 até 31 de dezembro de 2019. Acumulou funções como professor Assistente Convidado na Escola Superior de Educação do Porto. Formador na Formação Contínua de Professores desde 1995, com mais de 8000h dadas. Exerceu diversos cargos: membro do Conselho Diretivo, Diretor do Centro de Formação de Professores, Coordenador de Departamento, entre outros. Foi autarca e dirigente associativo. Exerceu funções de formador de avaliadores externos no âmbito da Avaliação de Desempenho Docente e do PNPSE. Investigador do centro INed da ESE.IPP.Defensor da Pedagogia Diferenciada e de Metodologias Ativas, nomeadamente Trabalho Projeto.

Hugo Dantas

Descobrir como potenciar a ação pedagógica através dos painéis interativos Promethean, integrados de forma simples e segura com as identidades Microsoft 365 e/ou Google Workspace. Nesta sessão dinâmica, serão exploradas as funcionalidades essenciais dos painéis, a ligação direta aos conteúdos guardados no OneDrive ou Google Drive, e a forma como estes recursos podem transformar práticas de ensino e aprendizagem, bem como transformar os espaços para sessões híbridas, funcional, intuitivo e alinhado com as exigências de colaboração do mundo atual. Nesta sessão demonstrativa, será apresentado como pode utilizar a sala de aula como ambientes versátil para reuniões, formação, coorientação e trabalho conjunto com toda a comunidade educativa de forma híbrida

Ideal para líderes escolares e professores que procuram estratégias digitais eficazes, esta apresentação mostra como os painéis podem tornar a sala de aula mais colaborativa, interativa e alinhada com a visão tecnológica da escola.

Inês Homem de Melo

Psiquiatra no ICAD (Instituto dos Comportamentos Aditivos e Dependências), onde dedica especial atenção às dependências do comportamento (como as apostas a dinheiro, por exemplo). Especializou-se também na área das deficiências invisíveis (autismo, hiperatividade e défice de atenção e outras perturbações do neurodesenvolvimento no adulto). Em 2024, abriu as portas da Clínica do Quinto Andar, no Porto, um espaço de saúde mental que se parece com uma casa. É ativista pela literacia em saúde mental e pela neurodiversidade.

Enquanto psiquiatra de adultos dedicada às Perturbações do Neurodesenvolvimento, documento, em retrospetiva, dezenas de testemunhos de vivências escolares: uns bastante mais sofridos do que outros. Com a criança (e o aluno) que o adulto foi sempre presente nas consultas, percebo a importância capital que os adultos da escola podem ter na vida dos diferentes. Falaremos sobre diversidade e inclusão para a aprendizagem, mas também (e sobretudo!) para os afetos.

Inês Rocha de Gouveia

Atualmente Presidente da Fundação Santander Portugal, tem vindo a afirmar o seu percurso na área do impacto social, com especial foco na educação, na empregabilidade e na ligação estruturada às universidades. Ao longo de mais de duas décadas no Grupo Santander, em Portugal e no Brasil, assumiu funções de liderança em diferentes áreas de negócio, destacando-se o seu papel no desenvolvimento do ecossistema Santander Universidades e na promoção de iniciativas que aproximam o ensino superior do mercado de trabalho.

A sua experiência combina visão estratégica, conhecimento profundo do setor financeiro e um compromisso claro com a democratização do acesso à educação e a criação de oportunidades. É licenciada em Gestão e Administração de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa.

Iva Neves

No início dos anos 2000 através da Partnership for 21st Century Skills (P21) começou a ganhar forma a ideia de mudança para um paradigma curricular integrador, com foco no desenvolvimento de áreas de competências consideradas essenciais para o futuro dos estudantes. É neste contexto que surgem os chamados “4 Cs da educação - competências do século XXI”, um conjunto de competências consideradas fundamentais para preparar alunos para a vida pessoal, académica e profissional num mundo complexo, global e tecnológico. O objetivo da P21 era promover um modelo educativo que fosse além do ensino tradicional e focasse competências como criatividade, pensamento crítico, comunicação e colaboração, consideradas essenciais para os cidadãos do futuro. Em Portugal, esta ideia consubstanciou-se quando da elaboração do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (2016)

Este workshop permite experimentar na prática estas competências, não só falar sobre elas. Uma equipa de formadoras (para cada “C” uma preletora) explicitam os conceitos em presença, a sua pertinência educativa e desafiam os participantes a experienciar algumas dimensões destas competências.

Joana Gonçalves

Psicomotricista e supervisora, licenciada e mestre em Reabilitação Psicomotora pela Faculdade de Motricidade Humana (Universidade de

Lisboa). Coordena a equipa de Psicomotricidade e Educação Especial do Centro de Neurodesenvolvimento e Comportamento da Criança e do Adolescente (Hospital da Luz Torres de Lisboa), onde faz avaliação formal, orientação parental e de professores/educadores e intervenção individual e em grupo, nas áreas do neurodesenvolvimento e saúde mental. Acompanha desde bebés até pré-adolescentes, em articulação com a família, escola e outros adultos de referência.

Orienta estágios académicos e é consultora dos programas educacionais da Edu4Word (Inglaterra, País de Gales e Irlanda).

Anteriormente, chegou a trabalhar nos contextos escolar e foi Professora Convidada da FMH.

Joana Rato

Professora Associada na Universidade Católica Portuguesa e investigadora integrada no NICE Lab – Neuroscience for Innovation, Communication and Education Lab, do CIIS – Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde, onde estuda os mitos no ensino e o papel das funções executivas na aprendizagem.

É psicóloga da educação, doutorada em Ciências da Saúde e escreveu o ensaio Mente, Cérebro e Educação (2023, FFMS) e, em coautoria, Quando o Cérebro do Seu Filho Vai à Escola (2017) e Neuromitos (2020). Tem aliado a investigação à divulgação da ciência transdisciplinar.

Há um interesse crescente na aplicação do conhecimento das neurociências na prática de sala de aula. As neurociências cognitivas (mas não só) têm produzido conhecimento que merece ser atendido pelos profissionais de educação, ainda que esteja longe de atingir uma aplicação ampla com sucesso quando a preocupação fica presa no trabalho de desconstrução de mitos que invadem a escola. Nunca, como agora, se soube tanto sobre o cérebro humano, mas também nunca, como agora, houve tanta proliferação de desinformação. A parceria ciência-educação é cada vez mais urgente para travar as narrativas de repensar a escola em jeito de conto de fadas.

José Pacheco

José Pacheco, designer educacional e aprendiz de utopias realizáveis.

João Baracho

Diretor-Executivo do CDI Portugal (Center of Digital Inclusion)

Oradores:

João Baracho - CDI
Luís Brito - BGA
Ana Sofia Pereira - Moderadora
Maria Azevedo - Co-CEO da Teach For Portugal

João Couvaneiro

João Couvaneiro é Conselheiro do Conselho Nacional de Educação (onde integra a comissão de Inovação Pedagógica e a comissão do Ensino Superior. No âmbito do CNE integra a equipa de relatores da Recomendação sobre Inteligência Artificial para o sistema de ensino português); é Conselheiro do Conselho Nacional para a Inovação Pedagógica no Ensino Superior (onde integra o grupo de trabalho sobre inteligência artificial); é Expert Delegate no Digital Education Council; Professor na Egas Moniz – School of Health & Science, onde dirige o Departamento de Inovação Pedagógica e e-Learning integra o Conselho Pedagógico do Almada International School, é Apple Professional Learning Specialist e é o curador da Fólio Educa – Festival Literário Internacional de Óbidos. Desempenhou funções de assessoria especializada na área da educação e formação de jovens e adultos, no Gabinete do Secretário de Estado da Educação. Foi Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Tutor na Universidade Aberta. Foi Professor Coordenador e Diretor da Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada. Lecionou em diversos estabelecimentos de ensino básico e secundário (Escola António Augusto Louro, St. Peter's School e no Colégio dos Plátanos). Com o apoio do Institute of Art, Design and Technology (Irlanda), desenvolveu em Moçambique o projeto School in a Box. Tem feito investigação na área da história social e política, com destaque para as temáticas relacionadas com história da educação. Tem apoiado processos de inovação educacional e de integração das tecnologias em contextos educativos. Reconhecido como Apple Distinguished Educator, foi também finalista da edição mundial do Global Teacher Prize. Integrou a Direção da Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional. Foi membro do Conselho de Administração do Madan Parque. É membro do Conselho Estratégico Instituto de Nanoestruturas, Nanomodelação e Nanofabricação (i3N), do Órgão Responsável pelo Bem-Estar dos Animais (ORBEA) da Egas Moniz School of Health & Science, do Conselho Consultivo da Associação Portuguesa de Educação e Formação de Adultos, Presidente do Conselho Científico da Associação Portuguesa para a Inovação e Empreendedorismo Social e Digital. Integra os órgãos sociais do Instituto de Apoio à Criança e é membro da Academia Olímpica de Portugal. Integrou o Conselho Geral de diversas escolas agrupamentos de escolas. Foi eleito vereador da Câmara Municipal de Almada nas eleições autárquicas de 2017-2021, onde assumiu a vice-presidência e diversos pelouros, entre eles o da educação. No mandato de 2021-2025 foi deputado municipal e presidente da Comissão de Educação, Desporto, Juventude e Cultura da Assembleia Municipal de Almada, no mandato 2025-2029 será Presidente da Assembleia Municipal de Almada.

João Pico

João Pico é formador e consultor em Inteligência Artificial aplicada à comunicação, educação e criação de conteúdos, com mais de 30 anos de experiência em produção audiovisual, storytelling e marketing digital.

Trabalha a IA de forma prática, ética e orientada a resultados, ajudando profissionais, equipas e organizações a integrar estas ferramentas no dia a dia — sem tecnicismos desnecessários nem "teatro de IA".

Com um percurso sólido em televisão, produção independente e formação, especializou-se em IA para vídeo, conteúdo, produtividade e educação, criando metodologias, prompts e workflows adaptados ao contexto real de quem ensina, comunica e decide.

Atualmente, dedica-se a formar docentes, criadores e organizações na adoção consciente da IA, focando ganhos de tempo, qualidade pedagógica, pensamento crítico e uso responsável da tecnologia.

A IA já entrou nas escolas — por norma, pela via oficial ou pelo telemóvel. O problema é falarmos dela por reflexo: ou como truque de feira, ou como bicho-papão. A verdade que interessa é direta: a IA escreve com segurança, mas pode falhar — logo, a prioridade é ensinar verificação e autoria, não "copy-paste".

Em vez de proibir tudo (e empurrar o uso para a clandestinidade) ou deixar tudo correr (e normalizar a batota), fazem falta regras claras, do género Semáforo IA: verde para ideias e apoio ao estudo, amarelo para rascunhos com transparência, vermelho para testes e dados pessoais. E quando a IA faz "bons textos" em segundos, a avaliação tem de mudar de eixo: menos produto final, mais processo — versões, fontes, escolhas, raciocínio.

O risco maior não está na ferramenta. Está na privacidade e nos dados. A pergunta final mantém-se: vamos continuar a discutir se a IA deve entrar, ou vamos finalmente ensinar como usá-la sem abdicar do pensamento?

Luís Brito

Como cofundador da BGA, estruturou as equipas de Learning Coaches através da liderança do recrutamento, formação e gestão para garantir a escalabilidade da operação, coordenando seguidamente a expansão internacional do negócio para Portugal, Flórida e Moçambique. Transitou depois para a gestão de produto da web app que suporta atualmente todos os alunos e docentes da BGA, ao mesmo tempo que assegurou o desenvolvimento do currículo de Português para o 3.º ciclo e secundário em conformidade com as normas ministeriais.

Oradores:

João Baracho - CDI
Luís Brito - BGA
Ana Sofia Pereira - Moderadora
Maria Azevedo - Co-CEO da Teach For Portugal

Marcelo Cruz

Marcelo Cruz é o atual responsável pelo Google for Education em Portugal. Com mais de 20 anos de experiência no setor das Tecnologias de Informação, construiu uma carreira sólida com passagens por empresas de referência global, como a IBM e a Oracle. A sua visão foca-se na interseção entre a tecnologia e o ensino: é licenciado em Engenharia da Computação e Mestre em Educação pela FCT UNL (Universidade Nova de Lisboa), com especialização em e-learning e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Dedica-se diariamente a impulsionar a transformação digital e a inovação no ecossistema educativo português

A sobrecarga administrativa, o planeamento de aulas e a gestão de rotinas consomem frequentemente os fins de semana dos professores, roubando tempo essencial ao descanso e à verdadeira essência do ensino.

Nesta sessão, desafiamos os educadores a abandonar as tarefas repetitivas e a construir um prático "cinto de utilidades" digital com o Gemini e o NotebookLM, devolvendo horas ao seu dia a dia através de:

-Planeamento ágil de aulas e criação de materiais didáticos em tempo recorde;

-Estratégias de diferenciação pedagógica e adaptação instantânea de textos para turmas heterogéneas;

-Transformação de documentos extensos em tutores interativos e ferramentas de estudo;

-Automação inteligente de tarefas burocráticas e comunicação com a comunidade escolar;

-Passos táticos para garantir o acesso seguro e gratuito à IA institucional no domínio da sua escola.

Digitalização e a Educação - Google for Education

Transforme o seu fluxo de trabalho com um assistente inteligente capaz de estruturar planos de aula e gerir tarefas complexas em segundos.

Transforme o seu fluxo de trabalho com um assistente inteligente capaz de estruturar planos de aula e gerir tarefas complexas em segundos.

Transforme o seu fluxo de trabalho com um assistente inteligente capaz de estruturar planos de aula e gerir tarefas complexas em segundos.

Uma sessão que centraliza materiais da turma para atuar como um tutor pedagógico inteligente.

Uma sessão que centraliza materiais da turma para atuar como um tutor pedagógico inteligente.

Marco Bento

Marco Bento é professor na Escola Superior de Educação de Coimbra e na Coimbra Business School do Politécnico de Coimbra. É investigador integrado em tecnologia educativa e formação de professores/práticas pedagógicas no Centro de Investigação, Educação, Formação e Intervenção (NIEFI - ESEC), no Centro de Investigação e Inovação em Educação (InED) da Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto e investigador do Grupo de Pesquisa e Formação de Professores e Tecnologias Educacionais do Instituto Superior de Educação no Rio de Janeiro e lidera o Núcleo de Pesquisa e Pesquisa em Tecnologia Educacional Luso-Brasileiro - NIPTecEDU.

É consultor científico e pedagógico em escolas, centros de formação e municípios portugueses. Faz parte das redes internacionais COST Network - Digital Literacy Skills and Practices in the Early Years (DigiLitEY) e International Collaborative Action Research Network.

Há 14 anos coordena o Projeto SUPERTABi no Município da Maia (transformando práticas pedagógicas através da utilização de modelos pedagógicos centrados no aluno mediados por tecnologias móveis, potencializando novos espaços de aprendizagem).

A Inteligência Artificial está a entrar nas escolas com uma velocidade sem precedentes. A questão já não é se devemos utilizá-la, mas como fazê-lo com sentido pedagógico, intencionalidade didática e responsabilidade educativa.

Neste workshop interativo, partindo de contextos reais de sala de aula, exploram-se algumas ferramentas do ecossistema Google Workspace, tendo como exemplos o NotebookLM e o Gemini, com situações e exemplos práticos de inovação pedagógica com tecnologia.

Mais do que apresentar funcionalidades, o foco estará na mediação pedagógica da IA, como apoiar o desenvolvimento do pensamento crítico, a organização da informação, a aprendizagem ativa, a diferenciação pedagógica e a avaliação formativa, evitando o uso acrítico ou meramente instrumental da tecnologia.

Os participantes serão convidados a experimentar, refletir e discutir estratégias concretas de integração da IA em diferentes níveis de ensino, sempre com uma pergunta orientadora em mente:

Será que a IA pode tornar-se uma extensão do pensamento humano?

Um workshop para quem acredita que inovar não é usar mais tecnologia, mas usá-la melhor.

Maria Azevedo

Cofundadora e Co-CEO da Teach For Portugal.

Durante 10 anos, trabalhei como investigadora na área do cancro, em Portugal, Londres e Madrid. No final do doutoramento, tive a oportunidade de viver em Manvi, na Índia, onde "ensinei" Biologia e Química ao ensino secundário. O que aprendi com os meus alunos e com as crianças do orfanato onde morava foi muito mais do que ensinei. Esta experiência mudou-me para sempre.

Acredito que construir uma sociedade mais justa é responsabilidade de todos e que começa com cada um de nós.

Então, decidi começar por mim. Em 2015 juntei-me ao Pedro para fundar a Teach For Portugal porque só a transformação da educação pode tornar o mundo esse lugar mais justo. É um privilégio poder contribuir para a mudança!

Oradores:

João Baracho - CDI
Luís Brito - BGA
Ana Sofia Pereira - Moderadora
Maria Azevedo - Co-CEO da Teach For Portugal

Mariana Abreu

Mestre em Arquitetura, desenvolve uma prática interdisciplinar nas áreas da arquitetura, educação e metodologias participativas. É mediadora no projeto Vaivém (Braga Media Arts) e criadora do Brinca que Brinca, que aproxima a arquitetura da infância através do brincar, da experimentação e da transformação do espaço. Acredita na arquitetura como ferramenta educativa e como processo de construção coletiva. Move-a a vontade de questionar o espaço da cidade e de contribuir para uma transformação real e sensível dos contextos em que intervém.

Como podemos falar de uma nova educação sem pensar nos espaços onde ela acontece? Esta conversa propõe uma reflexão sobre o papel da arquitetura na educação contemporânea, partindo da ideia de que o espaço influencia comportamentos, relações, formas de aprender e de estar. A partir do diálogo entre práticas arquitetónicas, educativas e institucionais, discute-se como o desenho do espaço escolar pode promover a autonomia, a curiosidade, a participação e o bem-estar. Um convite a professores e educadores para olharem o espaço como uma ferramenta pedagógica ativa e um aliado no ato de ensinar.

Este workshop propõe uma reflexão prática e participativa sobre a escola enquanto construção espacial, social e pedagógica, partindo da premissa de que não existe educação dissociada do espaço que a acolhe. A arquitectura é convocada como ferramenta crítica e activa no desenho das experiências de aprendizagem, afirmando o espaço como elemento estruturante das relações, dos comportamentos e dos processos educativos. Num registo hands-on e colaborativo, questiona-se de que forma os ambientes educativos podem deixar de ser meros dispositivos funcionais para se tornarem ecossistemas intencionais de aprendizagem, pertença e co-criação, reconhecendo a comunidade educativa como agente essencial no pensamento e na transformação dos seus próprios espaços.

Matilde Buisel | CDI

Através da metodologia Apps for Good, os participantes percorrem, de forma dinâmica e colaborativa, os 5 passos do ciclo de desenvolvimento de um projeto: criação de equipas, geração e seleção de ideias, pesquisa de mercado, desenvolvimento de um protótipo e pitch.

O Apps for Good, presente em Portugal há 12 anos e implementado em mais de 750 escolas, é um programa dirigido a alunos do 5.º ao 12.º ano e a professores de todas as áreas disciplinares. Apresenta-se como uma proposta clara e acessível de inovação pedagógica, aliando tecnologia, inclusão e sustentabilidade, com forte ligação ao mundo real e às comunidades.

O workshop assume uma abordagem hands-on e participativa, com foco na transferência prática para o contexto de sala de aula.

Michel Menezes

O workshop ImersIA propõe uma abordagem inovadora à educação, integrando óculos de Realidade Virtual (VR), Realidade Aumentada (AR) e ferramentas baseadas em Inteligência Artificial como potenciadores de uma aprendizagem ativa e personalizada.

Serão exploradas plataformas imersivas que permitem:

  • Criação de ambientes virtuais interativos

  • Realização de visitas de estudo digitais

  • Simulações técnicas

  • Experiências laboratoriais virtuais

A Inteligência Artificial será apresentada como um instrumento de apoio à diferenciação pedagógica, à criação de conteúdos adaptativos e à análise do desempenho dos alunos, promovendo uma educação mais inclusiva e centrada no aluno.

Destinado ao Pré-Escolar e ao 1.º Ciclo do Ensino Básico, este workshop integra as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática (STEAM), promovendo uma abordagem interdisciplinar centrada na aprendizagem ativa.

Com recurso ao KUBO Robotics e à linguagem física TagTile®, os alunos iniciam-se na programação sem recurso a ecrãs, desenvolvendo o pensamento computacional, o raciocínio lógico, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas.

Através da metodologia STEAM e da Aprendizagem Baseada em Projetos, serão explorados exemplos práticos nas seguintes áreas:

  • Português: articulação da robótica com obras literárias como A Flor Vai Ver o Mar e A Farsa de Inês Pereira, promovendo a leitura, o reconto, a dramatização e a construção de narrativas programadas.

  • Matemática: resolução de desafios que envolvem operações, percursos estratégicos e noções de probabilidade através de sequências aleatórias.

  • Estudo do Meio: simulação de situações do quotidiano, como a reciclagem, a mobilidade e a orientação espacial.

Miguel Borges

Miguel Borges é doutor em Estudos da Criança, na especialidade de Psicologia do Desenvolvimento e Educação, pela Universidade do Minho. Ao longo do seu percurso tem-se dedicado a compreender como se constroem leitores — não apenas no momento em que aprendem o código, mas desde as primeiras experiências de literacia na infância.

Articulando investigação, formação de professores e intervenção no terreno, tem desenvolvido trabalho na promoção da literacia em Portugal e no Brasil. Foi coordenador do Programa Integrado de Promoção da Literacia na Fundação Aga Khan Portugal e é consultor internacional especialista no Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), do Ministério da Educação do Brasil, colaborando também com a Associação Bem Comum. Integra ainda a equipa de pesquisa Leitores Fluentes, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

Investigador do Centro de Investigação em Estudos da Criança e docente no ensino superior na formação inicial de professores, coordena atualmente o Programa SPARKLE, implementado pela Associação de Profissionais de Educação de Infância (APEI), iniciativa que liga literacia emergente, ensino do código e desenvolvimento da fluência em contexto escolar.

O seu trabalho centra-se na construção de arquiteturas educativas que promovam qualidade, bem-estar e equidade, capacitando educadores e professores do 1.º ciclo para se sentirem eficazes no ensino da leitura e transformando a frustração em confiança pedagógica.

Aprender a ler é um processo cumulativo e estruturado que se inicia antes da escolarização formal e se consolida ao longo de um percurso pedagógico intencional. A evidência científica demonstra que o sucesso leitor depende da consolidação progressiva das habilidades de consciência fonémica e do conhecimento das letras, da compreensão do princípio alfabético e do desenvolvimento do reconhecimento automático de palavras. Estas competências, articuladas com uma prática sistemática e orientada de leitura — porque se aprende a ler lendo — constituem a base da automatização e da fluência com sentido, libertando recursos cognitivos para a compreensão e para a aprendizagem autónoma.

Persistem, contudo, dois fatores que fragilizam este percurso: a fragmentação entre a educação pré-escolar e o 1.º ciclo e a insuficiente valorização das conceções que as crianças constroem acerca da escrita antes da escolarização formal. Quando estas dimensões não são consideradas, a leitura tende a reduzir-se à descodificação mecânica, comprometendo a consolidação da fluência e, consequentemente, a compreensão.

A comunicação apresenta o Programa SPARKLE como uma proposta de arquitetura pedagógica integrada, assente na continuidade curricular, no ensino explícito e na intencionalidade pedagógica dos docentes. Ao articular literacia emergente, desenvolvimento do código e prática orientada da leitura, o programa visa promover qualidade educativa, bem-estar das crianças e capacitação de educadores e professores do 1.º ciclo para se sentirem eficazes no processo de ensino, transformando a frustração em confiança profissional.

Entre o encanto e o código, constrói-se não apenas competência leitora, mas percursos de vida sustentados na autonomia e na equidade.

Miguel Oliveira

Professor Adjunto na ESECS do Instituto Politécnico de Leiria, onde coordena o Mestrado em Educação Pré-Escolar e a Secção de Educação.

Doutor em Ciências da Educação pela UTAD, com tese sobre transições do pré-escolar para o 1.º ciclo. Autor de dezenas de publicações nacionais e internacionais em Educação de Infância.

Investigador integrado no CI&DEI, supervisor de estágios desde 2000 e Presidente da Associação Nacional de Animação e Educação.

Em Óbidos, é deputado municipal e coordenou o primeiro Plano Educativo Estratégico Municipal.

Foco: qualidade pedagógica na infância, transições educativas e formação de educadores.

A passagem da Educação Pré-Escolar para o 1.º CEB é um momento decisivo no percurso das crianças, com mudanças que podem gerar ruturas ou, pelo contrário, reforçar a continuidade das aprendizagens e do seu desenvolvimento.
Neste workshop desafiamos a uma reflexão sobre como transformar esta transição numa continuidade progressiva, natural e acolhedora, através de:

  • Principais desafios da transição no contexto educativo português;

  • Continuidade curricular e pedagógica entre as duas etapas educativas;

  • Estratégias práticas de articulação entre educadores e professores do 1.º ano do 1.º CEB;

  • Ênfase na dimensão socioemocional e na autonomia da criança;

  • Exemplos concretos de boas práticas.

Milena Branco

Milena Branco é educadora de infância, licenciada pela ESE Jean Piaget de Almada (2003), exercendo funções desde dezembro de 2003 na Fundação Padre Tobias, em Samora Correia. É mentora e criadora do projeto Sítio da Educação desde 2013 e investigadora das pedagogias participativas, com especial enfoque na Abordagem Reggio Emilia, tendo formação pela Fondazione Reggio Children, em colaboração com a Redsolari Brasil. Colabora, desde 2020, com a Escola e Centro de Formação Kando (Brasil) em mentorias e formações para educadores portugueses e brasileiros, sendo promotora de viagens pedagógicas entre Portugal e Brasil desde 2024. É autora do livro documental Laçadas que acolhem (2024) e desenvolve parcerias na área dos ambientes de aprendizagem e formação de educadores.

Este workshop propõe uma reflexão sobre a pedagogia do cotidiano, assumindo a vida diária da criança como elemento central do currículo em creche e pré-escolar. A partir das rotinas, interações, brincadeiras e experiências espontâneas, serão exploradas formas de intencionalizar o quotidiano educativo, valorizando os interesses da criança e o seu papel ativo na construção das aprendizagens. O workshop aborda estratégias para observar, planear e documentar práticas pedagógicas significativas, promovendo ambientes educativos ricos, flexíveis e coerentes com os princípios da educação de infância, reforçando a ligação entre cuidado, educação e desenvolvimento integral.

Neuza Pedro

Professora Auxiliar com Agregação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Doutorada em Educação na especialidade Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação. Mestrado em Psicologia da Educação. Licenciatura em Psicologia. Possui Formação posgraduada em E-teaching pela Universidade de Agder-Noruega e em Online Assessment pela Universidade de Wisconsin-Stout nos Estados Unidos. Obteve Agregação pela Universidade de Lisboa na área da Educação a distância no Ensino Superior. Assume a coordenação do Doutoramento e do Mestrado em Educação e Tecnologias digitais do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, sendo igualmente membro da comissão diretiva do Programa Doutoral TELSC (Technology-enhanced Learning & societal challenges) da Universidade de Lisboa, Minho e Aveiro. Integrou o Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua de Professores de 2018 a 2024. Assumiu, entre 2010 e 2019, a coordenação do Laboratório de e-Learning da Universidade de Lisboa.

Num contexto em que a inteligência artificial e outras tecnologias digitais fazem inequivocamente parte do quotidiano, este workshop convida professores e outros educadores a (re)desenhar os espaços de aprendizagem para acolher de forma intencional, responsável e pedagógica tais soluções tecnológicas. Ao longo da sessão, serão exploradas abordagens atuais de design de salas de aula e de organização do ambiente educativo (disposição física, qualidade ambiental, gestão de recursos), até dinâmicas de participação, envolvimento e colaboração, com foco na criação de condições adequadas para uma integração tecnológica salutar, oportuna e alinhada com claros propósitos educativos.

A partir de exemplos práticos e atividades de reflexão e prototipagem, os participantes irão identificar oportunidades e constrangimentos dos seus próprios contextos e construir propostas concretas para transformar rotinas e práticas. O resultado esperado é um conjunto de ideias e estratégias aplicáveis para criar ambientes mais flexíveis, inclusivos e preparados para integrar IA e tecnologias digitais.

Oliver Buček

Neste workshop, o nosso anfitrião vindo diretamente da Eslovénia, Oliver Buček irá apresentar o VEX AIR, uma novidade em primeira mão da gama de produtos da VEX. Nesta apresentação o educador e entusiasta de robótica, irá demonstrar os novos drones programáveis da VEX Robotics, concebidos para turmas do 9.º ao 12.º ano. Os participantes poderão assistir a uma demonstração ao vivo e em primeira mão de todo o sistema VEX AIR Drone - incluindo o sistema de câmara dupla, o controlador profissional com botões programáveis, os módulos de missão intercambiáveis e o poderoso ambiente VEXcode AIR compatível com programação por blocos e Python.

Ao mesmo tempo, irão aprender inúmeras estratégias para uma integração segura na sala de aula, desde o treino em simulador e a pilotagem básica até missões de voo autónomo, bem como recursos curriculares prontos a utilizar que combinam aeronáutica, programação e resolução de problemas do mundo real.

Neste workshop, Oliver Buček vai demonstrar como integrar a Inteligência Artificial através do novo Sensor de Visão nos robôs educativos VEX IQ.

Nesta apresentação, os participantes poderão aprender toda a configuração, parametrização e programação com o sistema VEXcode IQ, explorando capacidades avançadas com lA.

Esta sessão irá destacar vários exemplos práticos de comportamentos autónomos, como seguimento de objetos, separação e navegação inteligente, bem como dicas de implementação em sala de aula que elevam os projetos dos alunos de sensores básicos para uma verdadeira inteligência de visão computacional.

Patrícia Batista Coelho

Patrícia Baptista Coelho é professora do 1º ciclo há 3 décadas. É licenciada pela Escola Superior de Educação João de Deus, tem uma pós-graduação em Ciências da Educação / Supervisão Pedagógica pela Universidades de Évora, Mestrado em Sociedade Risco e Saúde no Instituo Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, Mestrado Executivo em Psicologia Positiva Aplicada pela mesma Universidade. Concluiu as unidades curriculares do curso de Doutoramento em Educação na área de Especialização de Psicologia e Educação no ISPA.

Tem alertado para a problemática da medicalização no ensino e para a importância de se encontrarem alternativas para que a aprendizagem seja saudável, desafiadora e estimulante.

É autora do livro Memórias Felizes e Inquietações de uma Professora. Neste livro abre as portas da sua sala de aula e do seu coração para contar, sem filtros, histórias reais que misturam memórias felizes com inquietações.

Com uma paixão inabalável por humanizar o ensino, encara a sala de aula como um espaço de cumplicidade e de felicidade onde também é possível “Aprender a ser Feliz”.

Paulo Carvalho

Especialista em Foresight, Estratégia e Inovação, fundador do "IF Insight & Foresight" e consultor do Fórum Econômico Mundial. Atua como membro da Dubai Future Foundation e tem ampla experiência acadêmica na cooperação de programas na Universidade de Lisboa. Co-founder The Long Game.

Fundação Santander: Imaginar futuros para agir no presente

Como será aprender em 2050? E que papel terão os professores nesse futuro?

Neste workshop, os participantes são convidados a explorar quatro cenários para o futuro da educação em Portugal, desenvolvidos no âmbito do projeto Horizontes da Educação. Através de uma abordagem dinâmica e interativa, a sessão estimula a reflexão sobre como as transformações tecnológicas, sociais e culturais podem impactar a escola e o processo de aprendizagem.

Mais do que antecipar o futuro, o objetivo é ajudar os professores a pensar de forma crítica e estratégica sobre o presente, identificando sinais de mudança, desafios emergentes e possibilidades de ação. A sessão inclui exemplos práticos e ferramentas simples que podem ser levadas para a sala de aula, promovendo a imaginação crítica e o pensamento sistémico nos alunos.

Paulo Ferreira

Head of Channel AVer

Descobrir como potenciar a ação pedagógica através dos painéis interativos Promethean, integrados de forma simples e segura com as identidades Microsoft 365 e/ou Google Workspace. Nesta sessão dinâmica, serão exploradas as funcionalidades essenciais dos painéis, a ligação direta aos conteúdos guardados no OneDrive ou Google Drive, e a forma como estes recursos podem transformar práticas de ensino e aprendizagem, bem como transformar os espaços para sessões híbridas, funcional, intuitivo e alinhado com as exigências de colaboração do mundo atual. Nesta sessão demonstrativa, será apresentado como pode utilizar a sala de aula como ambientes versátil para reuniões, formação, coorientação e trabalho conjunto com toda a comunidade educativa de forma híbrida

Ideal para líderes escolares e professores que procuram estratégias digitais eficazes, esta apresentação mostra como os painéis podem tornar a sala de aula mais colaborativa, interativa e alinhada com a visão tecnológica da escola.

Paulo Gafanha

Com mais de 20 anos de experiência na área da consultoria e formação em informática, 18 dos quais enquanto Microsoft Certified Trainer, é, atualmente, Diretor da Tablet Academy Portugal e colabora com alguns dos principais fabricantes, nomeadamente a Microsoft.

É ainda Microsoft Elevate Educator - Fellow

Na educação foca-se na promoção da adoção da tecnologia com estratégia, que melhore a eficiência organizacional e potencie o processo pedagógico.

Esta sessão apresenta as mais recentes soluções Microsoft para o ensino básico, com destaque para o Microsoft 365 Education, o Copilot Chat e os Learning Accelerators. Em 45 minutos, os participantes irão conhecer ferramentas que simplificam o planeamento de aulas, personalizam a aprendizagem e apoiam o desenvolvimento de competências essenciais, incluindo leitura, matemática, comunicação, pesquisa e bem-estar.

As funcionalidades abordadas estão disponíveis sem custos adicionais para escolas com licenciamento Microsoft 365 A1.

Descobrir como potenciar a ação pedagógica através dos painéis interativos Promethean, integrados de forma simples e segura com as identidades Microsoft 365 e/ou Google Workspace. Nesta sessão dinâmica, serão exploradas as funcionalidades essenciais dos painéis, a ligação direta aos conteúdos guardados no OneDrive ou Google Drive, e a forma como estes recursos podem transformar práticas de ensino e aprendizagem, bem como transformar os espaços para sessões híbridas, funcional, intuitivo e alinhado com as exigências de colaboração do mundo atual. Nesta sessão demonstrativa, será apresentado como pode utilizar a sala de aula como ambientes versátil para reuniões, formação, coorientação e trabalho conjunto com toda a comunidade educativa de forma híbrida

Ideal para líderes escolares e professores que procuram estratégias digitais eficazes, esta apresentação mostra como os painéis podem tornar a sala de aula mais colaborativa, interativa e alinhada com a visão tecnológica da escola.

Paulo Jorge Rodrigues

Paulo Jorge Rodrigues é professor, formado pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Em representação da Areal Editores, é formador com mais de 20 anos de experiência no setor da Educação, especializado na capacitação de professores e na promoção de práticas pedagógicas inovadoras.

Participa regularmente em eventos ligados à Educação, metodologias diferenciadas e inclusão pedagógica, onde partilha conhecimento e boas práticas. É o único formador certificado pela LEGO® Education Academy em Portugal.

Possui ainda experiência internacional, destacando-se o trabalho desenvolvido nos últimos anos em Angola, onde colabora na implementação de projetos educativos e na modernização das práticas letivas.

Nesta sessão interativa, os participantes serão convidados a colocar-se no papel de professores num ambiente digital e a experimentar diferentes estratégias para promover o foco, a segurança e o equilíbrio no uso da tecnologia pelos alunos.

Através de demonstrações práticas, será possível perceber como o Classwise simplifica a gestão dos dispositivos da turma, ajuda a manter a atenção, reduz distrações e contribui para um ambiente de aprendizagem mais seguro e orientado.

A sessão terá a duração de 1 hora, com todos os recursos necessários disponíveis para os participantes experimentarem.

Neste workshop, os participantes serão convidados a assumir o papel de alunos e a viver uma experiência verdadeiramente hands‑on e minds‑on com o novo LEGO® Education Science Kit.

Através de uma atividade prática e investigativa, será possível perceber como integrar as ciências na sala de aula de forma dinâmica, exploratória e centrada no aluno, promovendo um papel ativo na construção do conhecimento.

O workshop terá a duração de 1 hora, e todo o material necessário estará disponível para os participantes, garantindo uma experiência completa e imersiva.

Neste workshop, os participantes serão convidados a assumir o papel de alunos e a viver uma experiência verdadeiramente hands‑on e minds‑on com o novo LEGO® Education Science Kit.

Através de uma atividade prática e investigativa, será possível perceber como integrar as ciências na sala de aula de forma dinâmica, exploratória e centrada no aluno, promovendo um papel ativo na construção do conhecimento.

O workshop terá a duração de 1 hora, e todo o material necessário estará disponível para os participantes, garantindo uma experiência completa e imersiva.

Paulo Ramalhoto

Professor no Agrupamento de Escolas Terras do Ave e coordenador de projetos europeus (Erasmus+) desde 2013, com participação em mais de 15 projetos e acreditação Erasmus+. Com formação inicial em Teologia, especializou-se na área das tecnologias educativas, exercendo funções de liderança TIC em contexto escolar. Desde 2021, é formador acreditado pelo CCPFC nos domínios da Conceção de Projetos e Tecnologias Educativas.

Neste workshop prático, conduzido pelo Professor Paulo Ramalhoto, os participantes terão a oportunidade de explorar como a tecnologia pode transformar e simplificar o quotidiano docente.

De forma simples e rápida, demonstraremos como otimizar todo o ciclo de avaliação: desde a criação de exercícios dinâmicos até à correção automática e ao feedback imediato. Aprenda a partilhar avaliações, a colaborar com colegas e a encontrar conteúdos prontos a usar, totalmente adaptados ao seu currículo. Descubra ainda como a Inteligência Artificial pode ser uma aliada estratégica para tornar o seu dia a dia mais eficiente.

O objetivo é dotar os docentes de ferramentas que reduzam a carga burocrática e permitam intervenções pedagógicas imediatas, garantindo uma prática de ensino focada no sucesso educativo. Venha descobrir como a Intuitivo devolve tempo aos professores para o que realmente importa: ensinar.

Neste workshop prático, conduzido pelo Professor Paulo Ramalhoto, os participantes terão a oportunidade de explorar como a tecnologia pode transformar e simplificar o quotidiano docente.

De forma simples e rápida, demonstraremos como otimizar todo o ciclo de avaliação: desde a criação de exercícios dinâmicos até à correção automática e ao feedback imediato. Aprenda a partilhar avaliações, a colaborar com colegas e a encontrar conteúdos prontos a usar, totalmente adaptados ao seu currículo. Descubra ainda como a Inteligência Artificial pode ser uma aliada estratégica para tornar o seu dia a dia mais eficiente.

O objetivo é dotar os docentes de ferramentas que reduzam a carga burocrática e permitam intervenções pedagógicas imediatas, garantindo uma prática de ensino focada no sucesso educativo. Venha descobrir como a Intuitivo devolve tempo aos professores para o que realmente importa: ensinar.

Rita Bonança

Rita Bonança é Doutorada em Educação pela Universidade Iberoamericana (2023), com Mestrado em Educação – Administração e Organização Escolar pela Universidade dos Açores e Pós-graduação em Educação Especial, com especialização no Domínio Cognitivo-Motor. Licenciada em Educação de Infância, desenvolve atividade académica e científica nas áreas da Educação e das Perturbações da Aprendizagem, sendo autora de publicações e coordenadora do Kit de Ferramentas Dislexia. Foi Diretora da Associação Portuguesa de Dislexia – Polo Açores (2018–2025) e integra, desde 2023, o corpo editorial do Brazilian Journal of Education, Technology and Society (BRAJETS).

Este workshop centra-se na Dislexia, incidindo na compreensão das suas características, manifestações precoces e impacto no contexto do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico. Serão abordados os principais sinais de alerta, as dificuldades mais frequentes ao nível da atenção, do comportamento, da linguagem e da aprendizagem, bem como os desafios enfrentados por crianças, educadores e professores. O workshop privilegia uma abordagem prática, apresentando estratégias de apoio e intervenção em contexto educativo, adaptações pedagógicas e orientações para o trabalho articulado com famílias e técnicos, promovendo práticas inclusivas que favoreçam o sucesso escolar e o desenvolvimento integral da criança.

Rita Cordovil

Rita Cordovil (PhD) é Professora Catedrática na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa (FMH-UL). Leciona Desenvolvimento, Controlo Motor e Aprendizagem, integra o Laboratório de Comportamento Motor e o centro de investigação CIPER (grupo BioLad), coordenando o grupo Skill Learning da FMH. Tem estado envolvida em projetos de investigação e de ação sobre brincar ao ar livre, participação das crianças e desenho de espaços de jogo. Realiza investigação e publica nas áreas de desenvolvimento motor, competência motora, perceção-ação, mobilidade independente, risco e segurança infantil, sendo autora do livro «Movimento e Brincadeira nos Primeiros Anos de Vida» (2024, FFMS), sobre a importância das brincadeiras ativas e desafiantes no desenvolvimento infantil.

Nas últimas décadas, digitalização e transformações sociais têm tornado as crianças mais sedentárias, reduzindo drasticamente o brincar livre ao ar livre e em contextos desafiantes. Muitas brincadeiras tradicionais, como subir árvores, trepar muros, explorar o bairro, são hoje vistas como "perigosas demais" e correm o risco de desaparecer completamente.

Neste workshop vamos:

  • Explorar o valor educativo do brincar com risco controlado para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo das crianças;

  • Analisar como mudanças familiares, escolares e urbanas limitaram estas experiências essenciais;

  • Debater sobre atividades simples que podem ser implementadas em casa, escola ou rua.

Rita Rovisco

Mãe, Educadora de Infância.

Formadora, CEO Atelier Rita Rovisco e Doutoranda em Educação Artística.

É preciso uma ideia para educar uma criança é um workshop que propõe uma reflexão profunda sobre o acto de educar enquanto gesto ético, estético e relacional. Partindo da pergunta “que ideia de criança orienta as nossas práticas?”, este encontro convida educadores, professores e outros profissionais da infância a revisitar as suas crenças, hábitos e intenções pedagógicas.

Qual é a tua ideia de Educação, valores e futuro?

É preciso uma ideia para educar uma criança é um workshop que propõe uma reflexão profunda sobre o acto de educar enquanto gesto ético, estético e relacional. Partindo da pergunta “que ideia de criança orienta as nossas práticas?”, este encontro convida educadores, professores e outros profissionais da infância a revisitar as suas crenças, hábitos e intenções pedagógicas.

Qual é a tua ideia de Educação, valores e futuro?

Rita Serra

Rita Serra é Diretora para a Educação na Microsoft Portugal, onde lidera a estratégia de transformação digital e Inteligência Artificial para o ecossistema educativo. Com mais de uma década de experiência na Microsoft, trabalha com decisores públicos, escolas e instituições de ensino para acelerar a aprendizagem, reforçar competências para o futuro e promover uma educação mais eficiente, segura e inclusiva através da tecnologia.

A Inteligência Artificial está no centro do debate educativo — entre o entusiasmo, a pressão para “não ficar para trás” e preocupações legítimas sobre segurança, ética e impacto pedagógico.

Mas para líderes escolares e decisores, a questão já não é se a IA deve entrar na escola, mas como transformar o hype em impacto educativo real.

A sessão convida líderes educativos a passar da experimentação dispersa para uma abordagem estruturada, onde a tecnologia é um meio — e não um fim — ao serviço de melhores aprendizagens, equipas mais capacitadas e escolas mais seguras e preparadas para o futuro.

Sandra Campelos

Sandra Campelos é licenciada em Matemática (ramo educacional) pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, mestre em Estatística e doutorada em Educação. Com mais de 25 anos de experiência como professora de Matemática, desenvolve a sua atividade no ensino básico, secundário e superior, nas áreas da Matemática, Estatística, Didática da Matemática e Formação de Professores, sendo autora de vários livros.

Foi distinguida pela Sociedade Portuguesa de Matemática com a Menção Honrosa do Prémio Pitágoras e integrou o Top 10 do Global Teacher Prize Portugal 2025. Oradora e participante em conferências, encontros científicos e eventos educativos, nacionais e internacionais, colaborou em diversos projetos no domínio da Educação Matemática e da Literacia Estatística.

Defensora de um ensino dinâmico, exigente e diferenciado, promove práticas pedagógicas ativas e criativas, valorizando o potencial único de cada aluno. A sua abordagem integra, de forma equilibrada, as tecnologias educativas numa visão humanista da educação, fiel ao princípio de que é preciso ensinar com compromisso e ensinar com o coração.

Discutimos exames, tecnologia, inteligência artificial e formatos de avaliação. Ajustamos programas e instrumentos. Mas raramente colocamos a questão essencial: o que sustenta verdadeiramente a aprendizagem?

Este workshop propõe pensar a prática pedagógica como uma equação — não para reduzir a complexidade educativa, mas para tornar claras as variáveis que influenciam o resultado. Relação e empatia como forças potenciadoras. Diferenciação como garantia de acesso real ao conhecimento. Envolvimento como motor do pensamento. Expectativas elevadas como condição indispensável. E exigência como valor absoluto que qualifica a aprendizagem.

A partir de experiências concretas em contexto reais e heterogéneos, do ensino básico ao ensino secundário, serão partilhadas experiências, estratégias replicáveis e dinâmicas de sala de aula que articulam rigor, inovação e inclusão. Exemplos práticos com metodologias ativas, tecnologia com intencionalidade pedagógica e avaliação com feedback estruturado, promovendo argumentação, persistência e pensamento crítico.

Não se apresentam fórmulas fechadas, mas princípios testados na prática — alguns que resultaram, outros que exigiram reformulação. Porque ensinar é experimentar, observar e ajustar.

Num tempo de respostas imediatas, a escola distingue-se pela qualidade do pensamento que desenvolve. Este workshop dirige-se a quem entende que humanidade e excelência não competem — potenciam-se — e que incluir é garantir caminhos diferenciados para atingir o máximo nível de qualidade.

Sara Duarte

Licenciada e Mestre em Reabilitação Psicomotora pela Faculdade de Motricidade Humana (Universidade de Lisboa). Com experiência profissional em contexto hospitalar em serviços de psiquiatria e pedopsiquiatria, em contexto escolar, institucional e clínico. Atualmente é Psicomotricista em contexto clínico (em Aveiro), na área das perturbações do neurodesenvolvimento e da saúde mental infantil. Palestrante e formadora certificada de cursos para pais, profissionais de educação e saúde nas áreas da psicomotricidade, saúde mental infantil e inteligência emocional na infância. Autora do Jogo PlayMENTO® e do Podcast PsicoMotriQuê?. Fundadora do evento anual Psicomotricidade Summit.

O corpo é a primeira forma de comunicação da criança e é através do corpo em movimento que ela compreende o mundo, as relações, organiza as emoções e constrói o seu pensamento. Sabendo que Corpo é a porta de entrada para um cérebro disponível para aprender, neste workshop de abordagem prática, vamos perceber como a Psicomotricidade pode ser uma ferramenta na autorregulação e na criação de um ambiente de aprendizagem estimulante.

Sara Pereira

Sara Pereira, a "professora arco-íris" dos seus alunos, é professora de 1.° e 2.° ciclos, mestre em ensino pela Escola Superior de Educação de Lisboa e Doutoranda em Ciências da Educação na Universidade de Coimbra.

É criadora de conteúdo na página @‌diariodumateacher desde 2021, onde partilha recursos, reflexões e ideias sobre a prática docente, coautora do projeto escolar ADN, de Ciências Naturais de 2.º Ciclo pela editora ASA, e autora da coleção MAT pela editora Penguin Livros.

Nos últimos anos, tem refletido e estudado sobre a importância da educação positiva, tendo já colaborado em várias sessões para a formação inicial de professores em várias universidades do país e como oradora na primeira edição do Education Summit em Portugal. Organiza, também, os eventos "Partilhas Pedagógicas", que já ocorreram em Lisboa e em Setúbal.

Entra na nossa sala de aula... E vê as coisas por outro ângulo. Numa experiência que nos permitirá refletir e repensar sobre as nossas práticas diárias.

Sofia Manso

Sofia Manso é uma referência na área da Felicidade Organizacional, Desenvolvimento de Pessoas e Cultura de Liderança. Com um percurso que alia propósito em servir com gestão estratégica, liderança humanizada, segurança psicológica e inovação, tem dedicado a sua carreira a transformar organizações através de uma abordagem centrada no bem-estar e felicidade como fatores chave para a produtividade.

Atualmente, é CEO da Academia da Felicidade onde desenha e implementa estratégias que elevam o potencial humano e criam culturas organizacionais mais resilientes e produtivas. A sua especialização em Leadership & Management pela Harvard Business School reforça o seu compromisso com a excelência e a evolução contínua da gestão de pessoas.

Com uma visão disruptiva sobre o futuro do trabalho, Sofia já formou e impactou centenas de profissionais através de mentoria, consultoria de gestão e palestras internacionais, abordando temas como liderança humanizada, segurança psicológica, employee engagement e transformação organizacional.

Acredita que empresas felizes não são apenas mais produtivas – são o futuro. A sua missão?
Desafiar líderes a repensarem a forma como gerem, inspiram e fazem crescer as suas equipas, construindo organizações onde as pessoas são o maior ativo estratégico.

Num tempo em que a educação enfrenta transformações profundas, esta palestra convida a um reencontro com o essencial: o humanismo como base da prática educativa. Dirigida a docentes e professores, propõe uma reflexão sobre o papel da empatia e da comunicação consciente na construção de relações pedagógicas mais autênticas, respeitadoras e transformadoras.

Serão explorados temas centrais como a valorização da diversidade e a promoção de uma inclusão efetiva, num contexto onde cada aluno é reconhecido na sua singularidade. Em paralelo, aborda-se o impacto do desgaste profissional na vida docente, trazendo à reflexão a importância de cuidar de quem educa e de prevenir riscos psicossociais, muitas vezes silenciosos mas profundamente marcantes.

Mais do que transmitir conteúdos, educar é criar relações com significado. E é nesse espaço humano que se revelam tanto os maiores desafios como as mais poderosas oportunidades. Esta palestra pretende inspirar uma prática educativa mais consciente, sustentável e profundamente humana — onde cuidar de si é também uma forma de cuidar melhor dos outros.

Suzana Leite

Licenciada em Ensino de Educação Visual.

Mestre em Ilustração e em Ensino das Artes Visuais, no 3.º Ciclo e no Ensino Secundário, é professora das áreas artísticas e tecnológicas do Ensino Básico e Secundário. Formadora de professores pelo Conselho Científico da Formação Contínua. Tem uma especialização em práticas artísticas na área da Cerâmica. É autora de manuais escolares, artigos sobre Educação Artística, Ilustração e projetos editoriais infantis.

Atualmente, é Coordenadora Intermunicipal do PNA.

Como podemos falar de uma nova educação sem pensar nos espaços onde ela acontece? Esta conversa propõe uma reflexão sobre o papel da arquitetura na educação contemporânea, partindo da ideia de que o espaço influencia comportamentos, relações, formas de aprender e de estar. A partir do diálogo entre práticas arquitetónicas, educativas e institucionais, discute-se como o desenho do espaço escolar pode promover a autonomia, a curiosidade, a participação e o bem-estar. Um convite a professores e educadores para olharem o espaço como uma ferramenta pedagógica ativa e um aliado no ato de ensinar.

Sílvia Berény

Mestre em Ciências da Educação, especialista em Arte e Educação na primeira infância. Diretora da OSMOPE, Organização Social Movimento Pontes Educativas, no Porto, escola detentora do prémio European Innovative Teaching Award 2025, e parceira da EPA e do PNA. Autora do livro “Retratos da Arte na Educação” e coordenadora do “Bridging Stories – Children participatory projects through art for the future of a new european education”. A OSMOPE é detentora dos prémios "Architecture into Education Awards 2023" e "EITA - The European Innovative Teaching Award - 2025".

Como podemos falar de uma nova educação sem pensar nos espaços onde ela acontece? Esta conversa propõe uma reflexão sobre o papel da arquitetura na educação contemporânea, partindo da ideia de que o espaço influencia comportamentos, relações, formas de aprender e de estar. A partir do diálogo entre práticas arquitetónicas, educativas e institucionais, discute-se como o desenho do espaço escolar pode promover a autonomia, a curiosidade, a participação e o bem-estar. Um convite a professores e educadores para olharem o espaço como uma ferramenta pedagógica ativa e um aliado no ato de ensinar.

Sílvia Valério

Sílvia Valério é professora do 1º ciclo, licenciada pela ESE da Universidade do Algarve, com 2 anos de experiência, 18 dos quais numa escola internacional em Lisboa. É formadora certificada pelo Conselho Científico de Braga e professora cooperante de estagiários na ESE de Lisboa e no ISPA.

Desde 2018, partilha práticas educativas através da página @‌a_minha_sala_de_aula e é fundadora da Academia de Educação Caixa Criativa, uma plataforma com mais de 150 aulas dedicadas ao desenvolvimento profissional de professores do 1º ciclo.

Professora dos beijinhos e dos abraços é defensora de uma educação ativa, criativa e intencional, integra a tecnologia como uma aliada da aprendizagem, potenciando o pensamento, a relação e a autonomia dos alunos. Ministra formações em escolas, universidades e encontros de professores, sendo oradora convidada em eventos, onde partilha estratégias com impacto real na prática educativa.

A sua missão é inspirar e apoiar docentes a crescerem profissionalmente, promovendo criatividade, relação e transformação genuína nas salas de aula.

Será que trabalhar na educação é assumir, todos os dias, desafios complexos que exigem estratégia, colaboração e intencionalidade pedagógica?

Neste workshop, os participantes são convidados a viver a aprendizagem. Através de desafios que mobilizam diferentes áreas, recorrem à tecnologia com propósito e promovem o trabalho em equipa, a experiência transforma-se num espaço de ação, reflexão e construção conjunta.

Aqui, aprende-se a fazer, a decidir, sentir e a colaborar. Despertamos os sentidos, a memória é convocada e o conhecimento constrói-se em rede, mostrando que só aquilo que é verdadeiramente vivido se torna significativo e duradouro. Juntos, somos melhores!

Nem todas “as missões” são visíveis. Mas todas exigem decisão…

Estás pront@, vamos a isto?!

Entra na nossa sala de aula... E vê as coisas por outro ângulo. Numa experiência que nos permitirá refletir e repensar sobre as nossas práticas diárias.

Sónia Santos

No início dos anos 2000 através da Partnership for 21st Century Skills (P21) começou a ganhar forma a ideia de mudança para um paradigma curricular integrador, com foco no desenvolvimento de áreas de competências consideradas essenciais para o futuro dos estudantes. É neste contexto que surgem os chamados “4 Cs da educação - competências do século XXI”, um conjunto de competências consideradas fundamentais para preparar alunos para a vida pessoal, académica e profissional num mundo complexo, global e tecnológico. O objetivo da P21 era promover um modelo educativo que fosse além do ensino tradicional e focasse competências como criatividade, pensamento crítico, comunicação e colaboração, consideradas essenciais para os cidadãos do futuro. Em Portugal, esta ideia consubstanciou-se quando da elaboração do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (2016)

Este workshop permite experimentar na prática estas competências, não só falar sobre elas. Uma equipa de formadoras (para cada “C” uma preletora) explicitam os conceitos em presença, a sua pertinência educativa e desafiam os participantes a experienciar algumas dimensões destas competências.

Tim Perry

Tim Perry é um especialista no ensino e avaliação de inglês há 32 anos, tendo trabalhado em diversas partes do mundo. Está no British Council há 29 anos, 19 dos quais em Lisboa, onde é atualmente responsável pela gestão de exames do Reino Unido em Portugal, num total de cerca de 7.000 exames por ano. Tim tem também muitos anos de experiência no ensino a alunos do ensino primário e secundário, em diversos contextos.

Vanessa Biléu

Educadora de Infância e Formadora em Portugal, S. Tomé e Irlanda, país onde exerceu ainda o cargo de Coordenadora Pedagógica. Em 2011 desempenhou funções como professora auxiliar do Mestrado em EPE na Escola Superior de Educação de Lisboa.

Em 2014 co-fundou a ChildDiary, a primeira plataforma digital de gestão curricular para a Educação de Infância em Portugal , materializando a sua convicção de que a tecnologia, quando aplicada de forma inteligente e ética, atua como um braço direito do profissional e das instituições de educação, libertando-os da carga burocrática para priorizar a interação humana e o acompanhamento individualizado da criança.

Voz ativa na transformação do setor, defende o equilíbrio entre a inovação tecnológica e os princípios pedagógicos que colocam a criança no centro do seu próprio processo de aprendizagem através do seu podcast dedicado à Educação de Infância - " Conversas Pedagógicas" e da criação de uma nova plataforma, desta vez de formação online - Villoo.

Vânia Castro

Diretora Pedagógica e Fundadora da Curious Minds - inspiração em Reggio Emilia (11 anos de experiência).

Especialização em Psicologia de Liderança

Formação em Educação Internacional

Avaliação de Professores como base da evolução

Formação em relação de materiais e humanas - Instituto Loris Malaguzzi - Reggio Emilia

Como espaço de relações entendemos as relações com o ambiente educativo (materiais e organização da sala), mas também as relações humanas, fundamentais para o desenvolvimento da criança.